Acabo de ler o post do Pedro… e como eu o compreendo. A primeira experiência na Offf é algo que não se esquece facilmente para além de nos tirar da realidade durante uns bons dias.
Este ano não saimos de casa (o que é pena) e as impressões são outras. Se por um lado tenho que apontar algumas falhas a uma organização que já leva uns anos disto (os escrãs demasiado baixos, um som péssimo, as áreas de interesse amontoadas e em claro conflito de interesses, demasiados bilhetes vendidos ou oferecidos e por isso demasiada gente), por outro perdemos a virgindade em relação a algumas abordagens que se apresentam.
Mas não deixo de sair cheio de ideias e com a sensação de frustração de não conseguir ter mais tempo para explorar ideias e levá-las à concretização, mesmo que sejam só para o nosso umbigo.
Mais uma vez ficam as ideias de que uma rede colaborativa ajuda a solucionar parte destas questões e de que não há razão para não a criar. Veja-se o caso da KDU…
A apresentação surpresa foi de Erik Natzke e a mais esperada, claro, a de Joshua Davis. De ambas fico com a garganta seca e a cabeça a 1000. É tão obvio e está tudo à nossa frente.
Não quero ser injusto para as outras apresentações, mas o que marca é o que fica. :-)
Até logo,


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