O tÃtulo foi retirado de um artigo no blog da JohnRyan sobre a utilização de digital signage em bancos, experiência que conhecemos bem.
E de facto ela adequa-se a qualquer realidade comercial ou de atendimento ao público.
Quando falamos de digital signage (ou de qualquer um dos outros nomes que lhes queiram dar) estamos a falar de uma ferramenta de marketing e comunicação, de branding, de experiência de utilização, de serviço ao cliente. Acima de tudo.
Não estamos a falar de tecnologia ou de telecomunicações, que sendo importantes e criticas para o projecto, pretendem-se invisiveis, estáveis e consistentes. Elas são o actor secundário que valida e destaca o papel do actor principal.
E é nesta perspectiva que os projectos devem ser olhados. Um ecrã numa loja deve ser uma peça de comunicação integrada com toda a estratégia de comunicação da marca. Não é um corpo estranho que vive dos “restos” ou cujos conteúdos são pura e simplesmente extraÃdos dos outros formatos.
O trabalho de criação de uma rede de digital signage é um trabalho multidisciplinar, que começa em primeiro lugar pelo conhecimento do espaço, pela definição/percepção dos locais de impacto da mensagem e que mensagem se adequa melhor a cada zona, pelo conhecimento ou alteração da movimentação dos clientes no espaço, pelo envolvimento do marketing central e do gerente local. E em muitos casos deve começar ainda na altura de concepção do espaço, envolvendo-se na arquitectura e design da loja.
Mas no essencial, tudo isto é marketing, porque é ao marketing que cabe definir a experiência final do cliente no espaço da loja em função dos objectivos do negócio.
É por isso que lhe chamamos Business Channel, porque o digital signage deve ser criado em função e para servir o negócio.
E quando aqui digo negócio ou loja, o mesmo adequa-se a espaços de atendimento, público ou privado.
Seja onde for… “Don’t panic…it’s only marketing!”


por 
O seu comentário:









