ACTIVE.BLOG, blog da Active Media

i – Arriscar compensa

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Businness, Design   Data: por Hugo Fernandes a 16/11/2009

i

Depois de ter recebido 31(!) prémios para melhor design de um jornal, o jornal i é agora galardoado como Best European Newspaper of the Year. E o que podemos concluir com isto? Que arriscar afinal compensa.

Como o i nasceu

O i nasceu numa altura de recessão económica e aproveitou isso a seu favor para ir mais além em tudo – design, conteúdos e a forma como trata o leitor. Quando (quase) todas as empresas tiveram medo de arriscar, o i fê-lo. Quando (quase) todas as empresas tiveram medo de inovar porque “a altura não era boa devido à crise”, o i fê-lo. Chegou então a altura de colher os frutos dessa vontade e coragem. E que bem que lhes deve estar a saber :)

Guiarmo-nos por cima, não por baixo

Tal como num bom investimento, é em tempos difíceis que as oportunidades surgem. E para as empresas esta pode ser uma época dourada, tal como o está a ser para o i.

Mas está também na mão das agências abrir mais portas aos seus clientes. Mostrar-lhes que há vida para além de uma conta no Facebook ou no Twitter. Como profissionais, essa é também uma responsabilidade nossa.

Numa altura em que o medo de arriscar ainda impera, porque não aproveitar a oportunidade para se destacar?

Papel, mobile e belas ideias

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Businness, Design, Marketing, Publicidade, Tendências, User Experience   Data: por Jorge Oliveira a 29/09/2009

sms_0

Nos últimos meses tenho lido muitos artigos nos blogs dedicados à comunicação e marketing e afins que não se cansam de referir e mostrar aplicações complexas de Realidade Aumentada suportadas em telemóveis de terceira geração e etc etc etc.

São aplicações válidas, muito curiosas e que nos deixam cheios de vontade de lhes começar a tocar e a aplicar a muitos projectos.

Depois damos de caras com a ideia mais simples do mundo onde papel e telemóvel têm uma integração perfeita.

Basta enviar o sms depois das 9 da noite e recebe a imagem que completa o anúncio. Simples não? Estupidamente simples.

Não quero dizer com isto que as outras aplicações não sejam válidas. Quero apenas dizer que na maior parte das vezes preocupamo-nos com a tecnologia que está por detrás da comunicação e esquecemo-nos do resto, do que é realmente válido para atingir o consumidor.

Bem vejo a cara de desalento da nossa equipa criativa e de desenvolvimento quando o cliente não repara naquela funcionalidade extra que eles levaram horas a finalizar e que representa uma evolução enorme em relação ao último trabalho e etc etc etc (mais uma vez).

O cliente não reparou nela porque estava bem feita e assim sendo acrescentou valor à sua experiência de utilização, sem se tornar o ponto de atenção, sem chamar a si o foco.

O foco é a mensagem e o conteúdo. E tantas vezes que nos esquecemos disso.

(via Gizmodo)

Total Media

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Businness, Canais Multimédia, Marketing, Meetings, Tendências, Total Media 09, digital signage   Data: por Jorge Oliveira a 23/09/2009

programatotal2

O impacto do digital signage (ou qualquer um dos outros nomes que lhes queiram chamar) no marketing e na comunicação começa a ser cada vez maior e isso vê-se pela quantidade de feiras, congressos e eventos dedicados ao tema.

Em Madrid vai-se realizar pela segunda vez a Total Media, onde a par dos stands de tecnologia e soluções, decorrem também seminários e apresentações.

Passando os olhos pelo programa, entende-se facilmente, como já o disse por aqui, que estamos a trabalhar numa área cada vez mais multidisciplinar e abrangente.

Nós vamos estar por lá e tentaremos ir “twitando” impressões e comentários.

Até breve.

Did you know 4.0

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Businness, Debate, Marketing, Tendências   Data: por Jorge Oliveira a 18/09/2009

Ainda a ler Free e opiniões contrárias, a ouvir os rumores sobre a cobrança de conteúdos e as restrições de acesso, a deparar-me com jornais que não me dão acesso aos conteúdos do site apesar de ter comprado a edição em papel e a praticarem o mesmo preço à edição digital e em papel, a olhar para o regresso do vinil como uma boa resposta das editoras à quebra de venda dos cd’s (afinal o meio é mais complicado de ser copiado e partilhado e alguns stocks podem agora ser vendidos como raridades a peso de ouro).

Tudo isto e muito mais…

O vídeo serve de apresentação ao forum do Economist que se vai realizar no final de Outubro em Nova Iorque: Media Convergence Forun – the moment of truth.

The surge of new technologies and social media innovations in today’s environment is significantly altering the future media landscape for marketers. Consumer behaviour is changing and the way marketers reach their audience must also change. Marketers are searching for new ways to not only reach their customers, but to understand them, to peer inside their minds. As the level of consumer understanding increases, so can the knowledge of how best to reach them. However the plethora of tools at a marketers disposal is not easy to navigate and real learning comes from a real understanding of the future of media convergence.

“Don’t panic…it’s only marketing!”

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Businness, Canais Multimédia, digital signage   Data: por Jorge Oliveira a 28/05/2009

O título foi retirado de um artigo no blog da JohnRyan sobre a utilização de digital signage em bancos, experiência que conhecemos bem.

E de facto ela adequa-se a qualquer realidade comercial ou de atendimento ao público.

Quando falamos de digital signage (ou de qualquer um dos outros nomes que lhes queiram dar) estamos a falar de uma ferramenta de marketing e comunicação, de branding, de experiência de utilização, de serviço ao cliente. Acima de tudo.

Não estamos a falar de tecnologia ou de telecomunicações, que sendo importantes e criticas para o projecto, pretendem-se invisiveis, estáveis e consistentes. Elas são o actor secundário que valida e destaca o papel do actor principal.

E é nesta perspectiva que os projectos devem ser olhados. Um ecrã numa loja deve ser uma peça de comunicação integrada com toda a estratégia de comunicação da marca. Não é um corpo estranho que vive dos “restos” ou cujos conteúdos são pura e simplesmente extraídos dos outros formatos.

O trabalho de criação de uma rede de digital signage é um trabalho multidisciplinar, que começa em primeiro lugar pelo conhecimento do espaço, pela definição/percepção dos locais de impacto da mensagem e que mensagem se adequa melhor a cada zona, pelo conhecimento ou alteração da movimentação dos clientes no espaço, pelo envolvimento do marketing central e do gerente local. E em muitos casos deve começar ainda na altura de concepção do espaço, envolvendo-se na arquitectura e design da loja.

Mas no essencial, tudo isto é marketing, porque é ao marketing que cabe definir a experiência final do cliente no espaço da loja em função dos objectivos do negócio.

É por isso que lhe chamamos Business Channel, porque o digital signage deve ser criado em função e para servir o negócio.

E quando aqui digo negócio ou loja, o mesmo adequa-se a espaços de atendimento, público ou privado.

Seja onde for… “Don’t panic…it’s only marketing!”

A lição dos Python

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Businness, Debate, Marketing, Tendências, Web   Data: por Jorge Oliveira a 27/01/2009

picture-6

Estes senhores têm sido pródigos a dar boas coisas ao mundo… bons programas de televisão, boas séries, bons delirios, bons filmes e agora… bons exemplos de como os negócios mudaram e as abordagens de abertura trazem mais proveitos que as abordagens fechadas.

Foi noticia em todo o mundo o dia em que decidiram criar o seu próprio canal no YouTube e controlarem os vídeos que disponibilizavam. E porquê?

No more of those crap quality videos you’ve been posting. We’re giving you the real thing – HQ videos delivered straight from our vault.

Ora bem. Nada como o produto original na sua qualidade máxima. Mas também pediram algo em troca.

(…)we want you to click on the links, buy our movies & TV shows and soften our pain and disgust at being ripped off all these years.

É justo. E de tão justo que os fans aderiram e os Python viram as suas vendas de DVD’s e etc crescerem apenas 23,000 % em menos de um ano.

E fizeram-no de forma muito simples. Junto a cada vídeo estava o link directo para o produto na Amazon.

Não é o primeiro exemplo que prova que esta abertura e partilha dos conteúdos dá mais resultados do que a perseguição feroz aos “piratas”. Alguem escrevia outro dia que um “pirata” é um cliente insatisfeito, mal servido, mal atendido e descurado. E esse cliente, já tem hoje alternativas suficientes para não se deixar ficar e contestar onde nos doi mais: no bolso.

Podemos vencê-los? Podemos… mas as formas de luta mudaram.

Recordemos o exemplo dos Radiohead e dos NIN. Albuns gratuitos que se revelaram uma maior fonte de rendimento que os albuns vendidos em loja pelo método tradicional.

Estamos de facto, e de forma cada vez mais evidente, perante um novo paradigma, e apesar de alguns falhanços ou projectos que fecharam portas, outros continuam.

E continuam muito bem!

Advertising on the edge

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Businness, Publicidade   Data: por Jorge Oliveira a 06/01/2009

Via AdLab chega-nos esta apresentação do Economist a justificar porque é que as marcas não devem desinvestir em publicidade nas épocas de crise ou recessão.

Sendo uma apresentação virada para o investimento em imprensa, é fácil perceber que se podem estender os mesmos argumentos aos outros meios, nomeadamente a novos meios, ainda pouco explorados, e seguramente ao online.

Esta é certamente a altura certa para investir na comunicação da marca e dos seus produtos, aproveitando os cortes de orçamento e o espaço que a concorrência pode deixar em aberto.

Guia de Marketing para tempos dificeis

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Businness, Marketing, Web   Data: por Jorge Oliveira a 22/12/2008

Guia marketing

Via Puro Marketing chega-nos o Guia de Marketing en Internet para tiempos difíciles.

A ler com atenção, apesar das rabanadas, filhoses e outras iguarias que se aproximam.

Ogilvy on recession

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Businness, Marketing   Data: por Jorge Oliveira a 18/12/2008

ogilvy on recession

É interessante a iniciativa da Ogilvy, lançar um site com dicas de marketing para tempos de recessão como os que se aproximam.

O argumento de base já o lemos em muitos outros sítios: vivemos uma época de oportunidades para novos negócios, novas abordagens, novos modelos, reformular paradigmas, … foi em alturas como esta que nasceram os projectos de garagem que hoje são empresas de envergadura e de sucesso.

Gosto sempre de me lembrar que esta empresa foi criada em 2002, quando tudo apontava para crise, baixo crescimento da economia, desemprego, etc, etc, etc, e hoje cá estamos orgulhosos dos nossos projectos, dos nossos clientes e da nossa equipa.

Futurologia

3 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Active Media, Broadcast, Businness, Publicidade, Tendências   Data: por Jorge Oliveira a 10/12/2008

Apetece-me fazer futurologia…

O blue-ray, apesar de ser o mais novo e promissor suporte físico de entretenimento, já está morto e ainda não deu por isso, e mais uma vez, porque aquilo que o consumidor quer é algo completamente diferente: acesso imediato, onde quer que esteja, a partir da “nuvem”, do seu disco rigido caseiro, do seu laptop, …

Os outros suportes vão seguir o mesmo caminho e escusam de pensar em alternativas. Estes suportes morreram. Basta olharem para os cd’s de audio que se acumulam nas prateleiras enquanto a música está tod dentro do leitor de mp3.

Atrás da mudança de comportamentos que vai levar ao fim dos suportes físicos, também os clubes de vídeo tal como os conhecemos vão fechar as portas e um dos grandes responsáveis serão as novas box’s digitais de televisão com o on-demand.

Também as estações de televisão serão mais produtoras de conteúdos em vez de broadcasters, que vão disponibilizar nas boxes os seus conteúdos, e eu que organize a minha “grelha” de emissão, à minha medida e gosto, com os programas de vários fornecedores. Será em definitivo a minha televisão, em oposição às emissões definidas pela estação.

Atrás desta mudança, o negócio de exploração publicitária passará para as mãos das “cabos”, enquanto agregadores de conteúdos, segmentada por programa, pela real audiência, pelo verdadeiro espectador, num modelo de negócio muito próximo do que existe hoje na internet.

Dentro de quanto tempo acontecerá isto? Já está a acontecer, de forma subtil, mas já está a acontecer.

Próxima Página »