ACTIVE.BLOG, blog da Active Media

A Crise do Crédito – visualizada

2 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Debate,Motion   Data: por Hugo Fernandes a 19/02/2009

Para quem ainda não percebeu o porquê de os Estado Unidos (e nós…) terem entrado numa crise financeira, aqui está a mais bela forma de o mostrar.

Vale a pena ver até ao fim.


UPDATE: Este trabalho foi realizado por realizado por Jonathan Jarvis como parte da sua tese do seu Media Design Program. Mais sobre o projecto aqui.

A lição dos Python

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Businness,Debate,Marketing,Tendências,Web   Data: por Jorge Oliveira a 27/01/2009

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Estes senhores têm sido pródigos a dar boas coisas ao mundo… bons programas de televisão, boas séries, bons delirios, bons filmes e agora… bons exemplos de como os negócios mudaram e as abordagens de abertura trazem mais proveitos que as abordagens fechadas.

Foi noticia em todo o mundo o dia em que decidiram criar o seu próprio canal no YouTube e controlarem os vídeos que disponibilizavam. E porquê?

No more of those crap quality videos you’ve been posting. We’re giving you the real thing – HQ videos delivered straight from our vault.

Ora bem. Nada como o produto original na sua qualidade máxima. Mas também pediram algo em troca.

(…)we want you to click on the links, buy our movies & TV shows and soften our pain and disgust at being ripped off all these years.

É justo. E de tão justo que os fans aderiram e os Python viram as suas vendas de DVD’s e etc crescerem apenas 23,000 % em menos de um ano.

E fizeram-no de forma muito simples. Junto a cada vídeo estava o link directo para o produto na Amazon.

Não é o primeiro exemplo que prova que esta abertura e partilha dos conteúdos dá mais resultados do que a perseguição feroz aos “piratas”. Alguem escrevia outro dia que um “pirata” é um cliente insatisfeito, mal servido, mal atendido e descurado. E esse cliente, já tem hoje alternativas suficientes para não se deixar ficar e contestar onde nos doi mais: no bolso.

Podemos vencê-los? Podemos… mas as formas de luta mudaram.

Recordemos o exemplo dos Radiohead e dos NIN. Albuns gratuitos que se revelaram uma maior fonte de rendimento que os albuns vendidos em loja pelo método tradicional.

Estamos de facto, e de forma cada vez mais evidente, perante um novo paradigma, e apesar de alguns falhanços ou projectos que fecharam portas, outros continuam.

E continuam muito bem!

Tempos Exponenciais

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Debate,Motion   Data: por Jorge Oliveira a 25/11/2008

Vale a pena parar 5 minutos e pensar um bocado neste vídeo. O quê? Já é terça-feira?

Via VanessaQuitério

O glamour perdido das viagens

2 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Canais Multimédia,Debate,User Experience   Data: por Jorge Oliveira a 19/11/2008

Tenho a certeza que concordam comigo quando digo que as viagens de avião se tornaram um martírio e um desconforto, tendo-se perdido todo o glamour da experiência. Deixando de lado os procedimentos de segurança, tudo o resto é uma demora – as filas, as correrias e a frieza dos espaços, o corre corre e o empurra. Não estamos no aeroporto… mas numa estação de camionagem dos anos 70.

Nestas alturas lembro-me com frequência da apresentação do Andy Budd sobre a experiência do utilizador e de como em muitos espaços essa preocupação é completamente deixada de lado. Tenho uma lista de novos cafés onde a qualidade do atendimento é inversamente proporcional ao cuidado posto no design e decoração do espaço.

Falo disto tudo a propósito dum artigo da FastCompany sobre o novo terminal 5 do JFK e dos cuidados que foram postos nesta experiência de utilização, desde o chek-in até à recolha de bagagem.

“People go to baggage claim expecting a dark, dingy basement, and instead find themselves in a gorgeous space. It’s so unexpected to be standing in this warm glow of color – it makes people happy.” Fiona Morrison

Podem ver algumas fotos nesta galeria.

Com esta conversa toda quero chegar à importância que deve existir na concepção dos espaços “públicos” e na experiência de utlização que vamos ou que queremos proporcionar e, ponto que nos toca especialmente, na boa integração dos canais multimédia nessa experiência, para além de outras formas de tecnologia.

Acreditamos que o canal é um elemento que faz parte de toda essa envolvência e não pode ser visto como apenas um ecrã pendurado num ponto de passagem ou de maior visibilidade, porque se assim for será sempre um elemento estranho. Desde a sua concepção até à estratégia de conteúdos, às funcionalidades e “mimos” que queremos dar ao cliente, tudo deve ser pensado e sempre com a ideia de que estamos a promover uma experiência que só se torna válida se respeitar quem a vê.

Seja num aeroporto, numa loja ou numa repartição pública.

Morte ao email?

3 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Debate,Tendências,Web   Data: por Jorge Oliveira a 15/11/2008

Vale a pena ver esta apresentação e pensar se de facto não estamos a perder muito tempo com uma coisa que surgiu para os facilitar a vida. E sim, ainda facilita. Mas não se terá tornado o oposto? Não é a primeira vez que oiço alguem dizer que após as férias sabe que vai ter a caixa de correio cheia, de assuntos que muito provavelmente já estão resolvidos… mas o que é certo é que iremos passar umas horitas a arrumar tudo nas pastas certas.

E depois do email? O que fica?

Oiçam, pensem e comentem.

Criatividade rejeitada

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Debate,Design,Web   Data: por Jorge Oliveira a 13/11/2008

Se já alguma vez se perguntaram para onde vai a criatividade rejeitada… eis uma resposta possivel. Não é propriamente um céu nem um inferno, talvez um purgatório de esperança, de que alguém a veja e a queira recuperar, ou que pelo menos se reveja na abordagem e possa contratar o criativo ou a empresa que o desenvolveu.

Na edição de Outubro (a de Novembro está na forja), além dos rejeitados, são também apresentados alguns recuperados e o novo rumo que tomaram.

Agora pergunto eu… não é isto uma chapada de luva branca no potencial cliente? Ou é mesmo um murro a sério? Se nalguns casos que aparecem nesta edição compreendo que a abordagem não era grande coisa, já noutros estamos claramente a enfrentar a marca ou a empresa que os rejeitou e a pôr em causa as suas decisões.

Até onde vão os direitos do criativo na apresentação destas obras rejeitadas? Que cuidados deve ter? E por outro lado, não era uma forma de transparência para a marca?

Já agora, a Flogged tem edição gratuita em pdf.

O site do BPN e a comunicação ao público(s)

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Debate,Marketing,Web   Data: por Jorge Oliveira a 10/11/2008

Passo pelo site do BPN e de alguma forma estranho que se mantenha tal e qual como se não houvesse um processo de nacionalização em curso.

Estranho, e é essa estranheza que quero partilhar, que não se transforme o site “comercial” num ponto de comunicação com os públicos da instituição, desde o cliente particular, que deve ansiar por mais informação, ao público em geral que está curioso e cuja única fonte de informação é a imprensa.

Percebo que se queira dar um ar de normalidade ao processo, mas sendo tudo menos normal, porque é que se continuam a vender produtos e não se dá maior enfoque na informação?

Está aberto o debate.

Ou serve ou…

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Debate,Design   Data: por Jorge Oliveira a 26/10/2008

Isto é a explicação das funções e funcionalidades e etc de um volante de Formula1. O meu primeiro pensamento vai para os meses de testes que terão sido feitos nesta peça. Ou a informação flui e é eficaz… ou a distracção pode ser a morte do artista.

Quando se fala tanto em testes de usabilidade e funcionalidade, este deve ser seguramente um bom exemplo.

Conversas Unicer 2008

1 Comentário - COMENTAR »   Categorias:Blogs,Debate   Data: por Jorge Oliveira a 07/04/2008

Na próxima quinta-feira discute-se a blogosfera em mais uma edição das Conversas Unicer “Blogosfera, um problema para as empresas ou um novo universo para as relações públicas?”.

Achava mais interessante se o título fosse mais positivo e abrisse a janela de oportunidade que é a existência de um blog corporativo, sem que constantemente se lhe desse uma carga negativa e de pânico pelo que daí pode vir.

Seja como for, lá estarei.

A primeira grande discussão sobre a blogosfera e as relações públicas das empresas está marcada para o dia 10 de Abril, às 15h00, no Museu da Electricidade em Lisboa. O tema será: “Blogosfera, um problema para as empresas ou um novo universo para as relações públicas?” O debate contará com a presença do presidente do conselho executivo da Unicer, António Pires de Lima, e participam na discussão: Bruno Giussani , António Granado , Eduardo Correia , Luís Paixão Martins , Maria João Nogueira e Paulo Querido.

Adobe – Novo site

2 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Debate,Web   Data: por Hugo Fernandes a 11/12/2007

Ei-lo.
Apesar de terem ocorrido alguns problemas durante a sua implementação, o novo site da Adobe está on-line.

HOMEPAGE
(www.adobe.com)
Fazendo uma primeira análise à homepage, a mudança na minha opinião é bastante positiva.
Os links para os produtos e seus relacionados estão muito mais instuitivos ao serem acompanhados pelos respectivos ícones, pois para quem usa os programas da Adobe está habituado a ter esta referência gráfica como o objecto clicável para iniciar o programa.
Mas o destaque vai sem dúvida para… o destaque da homepage. O espaço de principal visibilidade permite aos artistas digitais e designers que produzem peças para essa área do site uma muito maior liberdade de acção. O site tem um impacto muito mais positivo na primeira impresão, ganhando ao mesmo tempo mais vida e movimento.

PÁGINAS INTERIORES
(www.adobe.com/products/flash, www.adobe.com/products/dreamweaver, www.adobe.com/products/aftereffects)
Para além de estéticamente as páginas interiores resultarem muito bem, destaco a personalização cromática destas páginas. O produto fica assim bem identificado, permitindo criar uma relação visual com o mesmo.
O único senão é o facto de a navegação sobre o produto estar muito em baixo pois grande parte na área visível no primeiro ecrã (sem fazer scroll), é ocupada por um banner promocional.

NEM TUDO FICARIA COMO ESTÁ…
Colocando momentaneamente a minha humildade de lado (sim, que eu sou muito humilde), faço um grande reparo que na minha modesta opinião é o único defeito de grande escala no site: a localização do logótipo da Adobe.

Vejamos.
Na imagem abaixo vemos a homepage num ecrã com a resolução de 1680x1050px. O que acontece é que simplesmente a referência à marca Adobe é quase nula. O logótipo posiciona-se muitíssimo afastado da área “quente” e hierarquicamente é o elemento com menos importância no site.
Alguns dirão: “Mas muita gente não usa uma resolução tão alta.”. A isso respondo: “Sim, é verdade. Mas se analisarmos o target da Adobe, muitos usarão até uma resolução maior”.


Homepage original vista numa resolução de 1680x1050px
(Clique na imagem para ver no tamanho original)

A mesma página vista de uma forma default continua a ter o mesmo problema. Não de uma forma tão drástica, mas continua. E como disse antes, não serão muitos os utilizadores do site Adobe.com com uma resolução de 1024x768px. Digo eu…


Homepage original vista na resolução mínima
(Clique na imagem para ver no tamanho original)

Se simplesmente trocarmos o posicionamento do logótipo do canto superior direito para o canto superior esquerdo, a zona hierarquicamente mais importante no ecrã, vemos a diferença.
Continua discreto, mas está sempre presente no nosso olhar.


Homepage com a alteração da localização do logótipo
(Clique na imagem para ver no tamanho original)

Gostaria então de saber qual a vossa opinião. Partilham da mesma ideia que eu ou acham-na descabida?

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