Substituir os tradicionais comandos do televisor, hi-fi, dvd, power-box e mais outras coisas, parecendo um assunto menor, é afinal cada vez mais importante. Os comandos tomam conta do sofá e já qualquer um de nós perdeu tempo à procura de algum deles para alguma tarefa importante no momento.
A solução mais obvia de ter um comando universal também não me parece grande ideia porque a quantidade de botões aumenta e dificulta a sua operação.
Mas pela notícia de hoje do Daily Mail alguém anda a pensar em nós. Para lá do que seria prevísivel, estou a pensar em instruções por voz ou em soluções applelianas de simplificação extrema do comando, um grupo de cientistas apresentou uma solução que parece à partida muito interessante: um comando por gestos.
A vantagem é clara, está sempre à mão e o gesto para nós é natural. Muito futurista, claro.
Resta saber se a meio do importante jogo de futebol alguém não passa o tempo a mudar de canal sem que essa seja a sua vontade.
Nem de propósito, descubro através da Mónica André que existe uma empresa portuguesa de arquitectura, a Beta Technologies, especializada na construção em terras virtuais.
No portfolio encontramos algumas coisas curiosas, como a sede de campanha de António Costa, museus, bancos, sedes de empresas, etc, etc, etc.
Os senhores do Google não páram de nos surpreender. O lançamento de dois novos serviços justifica plenamente o primeiro lugar no Top40 das Empresas mais inovadoras atríbuido pela Wired.
Por um lado, o Google TiSP, que habilita qualquer um a poder aceder à internet de forma absolutamente gratuita.
Por outro, o Gmail Paper, para quem gosta de imprimir os documentos que recebe ou os próprios mails e recebê-los em versão papel, sem quaisquer custos.
Durante quase nove meses foi um membro activo do nosso Staff.
Acompanhou o desenrolar de vários projectos e muitas vezes nos serviu de inspiração.
Penso que por vezes adormecia nas reuniões de trabalho mais chatas, só para não nos ouvir.
E finalmente nasceu… Bem-vindo Santiago!
Parabéns aos papás babados.
No início de cada ano estamos habituados às mais variadas previsões do futuro anunciadas por astrólogos, tarólogos e numerólogos, mais ou menos sérios, e claro das grandes consultoras.
Este ano não foi excepção e a Delloite e os seus especialistas do sector de “Technology, Media & Telecommunications” compilaram as suas previsões no documentos “Preditions 2007”.
Tal como acontece com as previsões dos astrólogos, que todos os anos põem o nosso clube de futebol a ganhar o campeonato e o nosso partido a ganhar as eleições, há algumas destas projecções que todos nós desejávamos que acontecessem já este ano… mas parece que tardam.
Pode ver um resumo aqui ou fazer o download do estudo dividido pelas suas três área: Technology, Media, Telecommunications.
Wallright é um projecto de um grupo de cinco finalistas do Curso de Novas Tecnologias da Comunicação da Universidade de Aveiro com um objectivo simples: levar a arte às massas.
Baseando-se no conceito de “arte como intervenção” usaram algumas das potencialidades interactivas de desenho que o Flash proporciona e aplicaram-nas ao site dedicado ao projecto.
Mas o mecanismo do projecto vai para além de ferramentas on-line..
Toda a artwork que se cria é vista fisicamente no espaço da onde uma enorme tela se encontra instalada. Junto a essa tela está um sensor de temperatura ambiente que determina a palete de cores disponibilizadas aos utilizadores da ferramenta.
Bom, como qualquer boa peça de interatividade, o melhor mesmo é ir ao site e interagir. Ou se quiserem podem-se deslocar à Universidade e, através de um sensor colocado no dedo, pintar directamente sobre a tela física.
É cada vez mais animador constatar que as empresas não estão cegas às novas possibilidades de interacção com os seus públicos, que a nova Web permite.
A Rip Curl, marca de roupa e acessórios de Surf, utiliza aqui as potencialidades de uma wiki para permitir aos cibernautas georreferenciarem “spots” para a prática do desporto e facultarem mais algumas informações relevantes sobre esse locais.
Permitir aos utilizadores adicionar o seu próprio “conteúdo” num site da marca pode parecer coisa de pouca monta, mas eu apostaria que a fidelidade destes utilizadores tem já a sua “onda” positiva nos gráficos de vendas.
Segundo um estudo científico referido pela Agência Lusa, os portugueses andaram muito pouco sorridentes durante o ano de 2006.
A pesquisa, intitulada «A expressividade do sorriso: Estudo de caso em jornais diários portugueses», realizado pelo Laboratório de Expressão Facial da Emoção, da Universidade Fernando Pessoa, do Porto, analisou cerca de 50 mil fotografias publicadas nos jornais diários entre Janeiro e Dezembro de 2006.
Na realidade a conjuntura económica não apela ao sorriso rasgado, mas que diabo estamos em 2007, sorria!