ACTIVE.BLOG, blog da Active Media

This is not digital

1 Comentário - COMENTAR »   Categorias:Debate, Marketing, Publicidade   Data: por Jorge Oliveira a 19/11/2009

A Nike abriu uma super loja no Japão e resolveu criar um grande mural onde todos os dias mudava as imagens e a composição geral.

Curiosamente a decisão não foi a de fazerem esse mural com recurso a qualquer painel de LEDS, ecrã gigante, projecção, realidade aumentada ou outra solução tecnológica qualquer. Não! Decidiram fazer um mural com fotografias, com colagens, com tinta, obrigando a bloqueios do trânsito sempre que era preciso mudar alguma coisa, noites inteiras de trabalho, gruas, andaimes e etc.

O resultado? Se fosse digital eu não estava aqui a falar do assunto. E agora?

www.nikeharajuku.jp

O paradigma do Twitter Wall na Upload 2.0 Lisboa

3 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Debate, Marketing, Social Web, Tendências, Web   Data: por Jorge Oliveira a 16/11/2009

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Este fim-de-semana aconteceu a primeira edição da Upload 2.0. E que esta referência à primeira edição sirva desde já de parabéns à organização, ao espírito e à vontade de termos por cá eventos com esta abordagem.

Um ponto de coragem/loucura foi terem posto um ecrã no palco, com a projecção dos tweets que se faziam com a tag do evento. E se digo coragem/loucura foi porque ali nasceu um monstro muito interessante e que vou usar como paradigma das redes sociais e daquilo que deve ser o trabalho sobre elas:

(more…)

Papel, mobile e belas ideias

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Businness, Design, Marketing, Publicidade, Tendências, User Experience   Data: por Jorge Oliveira a 29/09/2009

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Nos últimos meses tenho lido muitos artigos nos blogs dedicados à comunicação e marketing e afins que não se cansam de referir e mostrar aplicações complexas de Realidade Aumentada suportadas em telemóveis de terceira geração e etc etc etc.

São aplicações válidas, muito curiosas e que nos deixam cheios de vontade de lhes começar a tocar e a aplicar a muitos projectos.

Depois damos de caras com a ideia mais simples do mundo onde papel e telemóvel têm uma integração perfeita.

Basta enviar o sms depois das 9 da noite e recebe a imagem que completa o anúncio. Simples não? Estupidamente simples.

Não quero dizer com isto que as outras aplicações não sejam válidas. Quero apenas dizer que na maior parte das vezes preocupamo-nos com a tecnologia que está por detrás da comunicação e esquecemo-nos do resto, do que é realmente válido para atingir o consumidor.

Bem vejo a cara de desalento da nossa equipa criativa e de desenvolvimento quando o cliente não repara naquela funcionalidade extra que eles levaram horas a finalizar e que representa uma evolução enorme em relação ao último trabalho e etc etc etc (mais uma vez).

O cliente não reparou nela porque estava bem feita e assim sendo acrescentou valor à sua experiência de utilização, sem se tornar o ponto de atenção, sem chamar a si o foco.

O foco é a mensagem e o conteúdo. E tantas vezes que nos esquecemos disso.

(via Gizmodo)

Total Media

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Businness, Canais Multimédia, Marketing, Meetings, Tendências, Total Media 09, digital signage   Data: por Jorge Oliveira a 23/09/2009

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O impacto do digital signage (ou qualquer um dos outros nomes que lhes queiram chamar) no marketing e na comunicação começa a ser cada vez maior e isso vê-se pela quantidade de feiras, congressos e eventos dedicados ao tema.

Em Madrid vai-se realizar pela segunda vez a Total Media, onde a par dos stands de tecnologia e soluções, decorrem também seminários e apresentações.

Passando os olhos pelo programa, entende-se facilmente, como já o disse por aqui, que estamos a trabalhar numa área cada vez mais multidisciplinar e abrangente.

Nós vamos estar por lá e tentaremos ir “twitando” impressões e comentários.

Até breve.

Did you know 4.0

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Businness, Debate, Marketing, Tendências   Data: por Jorge Oliveira a 18/09/2009

Ainda a ler Free e opiniões contrárias, a ouvir os rumores sobre a cobrança de conteúdos e as restrições de acesso, a deparar-me com jornais que não me dão acesso aos conteúdos do site apesar de ter comprado a edição em papel e a praticarem o mesmo preço à edição digital e em papel, a olhar para o regresso do vinil como uma boa resposta das editoras à quebra de venda dos cd’s (afinal o meio é mais complicado de ser copiado e partilhado e alguns stocks podem agora ser vendidos como raridades a peso de ouro).

Tudo isto e muito mais…

O vídeo serve de apresentação ao forum do Economist que se vai realizar no final de Outubro em Nova Iorque: Media Convergence Forun – the moment of truth.

The surge of new technologies and social media innovations in today’s environment is significantly altering the future media landscape for marketers. Consumer behaviour is changing and the way marketers reach their audience must also change. Marketers are searching for new ways to not only reach their customers, but to understand them, to peer inside their minds. As the level of consumer understanding increases, so can the knowledge of how best to reach them. However the plethora of tools at a marketers disposal is not easy to navigate and real learning comes from a real understanding of the future of media convergence.

The new hidden persuaders

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Canais Multimédia, Marketing, Tendências, User Experience, digital signage   Data: por Jorge Oliveira a 01/07/2009

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Este artigo da Wired UK veio a propósito e já não era de hoje que este tema andava por aqui a cirandar.

O artigo aborda uma série de tecnologias, umas mais emergentes que outras, que podem influenciar o nosso comportamento de compra e não só, e é uma leitura que recomendo vivamente.

Dito isto e trabalhando nós em digital signage, é cada vez mais óbvio que estamos a participar numa área claramente multi-disciplinar que não pode ser vista como um elemento isolado que se instala dentro de um espaço comercial ou de serviço público sem que seja pensado em sintonia e convergência com todas as outras áreas.

E estas áreas vão desde a arquitectura e design do espaço, à comunicação e imagem da marca, à experiência de utilização que queremos proporcionar aos clientes/utentes desse espaço, à inovação tecnológica que traz novas soluções de comunicação e interacção, da utilidade que essa inovação tem realmente para o cliente, aos estudos de comportamento do cliente perante a proposta, … e etc etc.

Um bom exemplo disto é a Future Store Initiative, onde várias empresas tecnológicas colaboram na construção da loja do futuro atendendo à forma como a experiência do utilizador pode originar mais vendas. Podem ver a apresentação deles na ScreenExpo 2009.

Se me pedirem para nomear a área de conhecimento que deve orientar esta abordagem, não vejo outra que não a experiência do utilizador, ou no jargão anglo-saxónico, a user experience.

Pensem bem naquilo que vos agrada ou desagrada numa loja, num espaço público, e reparem nos pequenos detalhes que “estragam” tudo apenas porque não são pensados ou tidos como importantes. Pensem num restaurante e no tempo que demoram os cafés e a conta a chegar à mesa e no que isso vos faz sentir.

Estamos no domínio do user experience e é por aí que devemos orientar a abordagem no desenvolvimento dos projectos de digital signage.

O que os clientes já perceberam e as agências de meios ainda não

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Canais Multimédia, Marketing, Publicidade   Data: por Sandra Estevam a 24/04/2009

Hoje no Briefing, vem uma citação de Maarten Albarda, director de inovação nos media e comunicações da Coca-Cola, durante o Festival de Media de Valência, que muito me alegrou.

«Vamos ser sinceros uns com os outros e digam-me se são bons a fazer isto. Se não conseguirem fazer alguma coisa, digam-me que eu vou procurar outra das nossas agências para executar aquela tarefa», continuou o responsável, que adiantou ainda que as agências de meios precisam de ser mais eficientes a trabalhar nos vários espaços publicitários.”

«O nosso princípio para o planeamento é criar programas centrados no consumidor. As relações criam-se em todos os pontos de contacto e as agências de meios precisam de ter a qualidade para trabalhar em todos estes pontos de contacto. Queremos que a eficácia nos leve à eficiência, e vice-versa», concluiu Albarda.

Congratulo-me pelo facto dos clientes estaram a começar a perceber que as agências de meios andam de costas voltadas para o que está a acontecer com os novos meios e ainda não perceberam que os meios tradicionais, estão a perder eficácia nos segmentos que lhes interessa trabalhar.
O DOOH está em todo o lado, há soluções tecnológicas para quase tudo o que a nossa mente retorcida se consiga lembrar, mas parece que os únicos que ainda não deram por isso são as agências de meios, que teimam em não ver o que os clientes, que são os principais interessados, felizmente já começam a ver.

Matter – Brands you can hold

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Geral, Marketing   Data: por Sandra Estevam a 25/03/2009

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Gosto bastante da nova ideia dos correios britânicos. A Matter Box é uma caixa cheia de amostras de produtos e serviços, inteiramente grátis e enviada para a morada indicada ao sábado de manhã, mas só a quem subscrever o serviço.
Que óptima oportunidade para as marcas, poderem enviar amostras a quem realmente gosta de as receber.
O marketing tem de ser inteligente cada vez mais. Já não há desculpas para a massificação que só tem como efeito o excedente e a consequente poluição.
A Matter só existe de momento no Reino Unido, mas podemos inscrever-nos para saber novidades, ou mesmo propormo-nos a criar uma Matter Box no nosso país.
A última caixa incluia um cartão telefónico pré-pago, um champo e um gel de banho orgânicos, um CD Samples da BBC com clips de algumas das suas comédias de maior sucesso, um chocolate Cadbury, entre outras coisas.

A lição dos Python

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Businness, Debate, Marketing, Tendências, Web   Data: por Jorge Oliveira a 27/01/2009

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Estes senhores têm sido pródigos a dar boas coisas ao mundo… bons programas de televisão, boas séries, bons delirios, bons filmes e agora… bons exemplos de como os negócios mudaram e as abordagens de abertura trazem mais proveitos que as abordagens fechadas.

Foi noticia em todo o mundo o dia em que decidiram criar o seu próprio canal no YouTube e controlarem os vídeos que disponibilizavam. E porquê?

No more of those crap quality videos you’ve been posting. We’re giving you the real thing – HQ videos delivered straight from our vault.

Ora bem. Nada como o produto original na sua qualidade máxima. Mas também pediram algo em troca.

(…)we want you to click on the links, buy our movies & TV shows and soften our pain and disgust at being ripped off all these years.

É justo. E de tão justo que os fans aderiram e os Python viram as suas vendas de DVD’s e etc crescerem apenas 23,000 % em menos de um ano.

E fizeram-no de forma muito simples. Junto a cada vídeo estava o link directo para o produto na Amazon.

Não é o primeiro exemplo que prova que esta abertura e partilha dos conteúdos dá mais resultados do que a perseguição feroz aos “piratas”. Alguem escrevia outro dia que um “pirata” é um cliente insatisfeito, mal servido, mal atendido e descurado. E esse cliente, já tem hoje alternativas suficientes para não se deixar ficar e contestar onde nos doi mais: no bolso.

Podemos vencê-los? Podemos… mas as formas de luta mudaram.

Recordemos o exemplo dos Radiohead e dos NIN. Albuns gratuitos que se revelaram uma maior fonte de rendimento que os albuns vendidos em loja pelo método tradicional.

Estamos de facto, e de forma cada vez mais evidente, perante um novo paradigma, e apesar de alguns falhanços ou projectos que fecharam portas, outros continuam.

E continuam muito bem!

10 previsões para 2009

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Marketing   Data: por Sandra Estevam a 13/01/2009

Ainda me lembro do tempo em que ansiosamente esperava pelo início do ano, para ouvir as tão acertadas previsões do Professor Karamba. Achava sempre extraordinário que o Benfica fosse ganhar o campeonato (bons tempos), que fosse morrer uma figura importante e uma guerra assolasse o mundo. A verdade é que não tinha nada que enganar e geralmente o tiro era certeiro.

As previsões que abaixo subscrevo também não são novidade, mas nunca é demais algum enquadramento, no início do ano.

10 Predictions for 2009
1) Smart organizations will continue to market throughout the downturn.
2) Marketing activities will be increasingly under the microscope and marketers will now be held accountable for the success or failure of those activities.
3) Marketers will turn to their website as the single most important and flexible lead generation and customer engagement channel.
4) Marketing programs that do not show a return quickly are not going to make it.
5) Mobile marketing has had a tough 2008, so 2009 will be a make-or-break year.
6) Marketers will act on a need to get more value from their existing CRM systems.
7) Marketing will not be about just creating content for the people; it will be about getting content to the people, meaning multichannel, social networks, and consistent marketing.
8) Companies will shift focus toward increasing revenue from current customers.
9) Digital media and social networks will continue to provide cost-effective delivery channels for customer messaging, but will be most effective when integrated with other marketing channels.
10) With consistently tighter budgets, it will increasingly fall to marketers rather than IT staff to drive marketing technology. This will change the buying process for such systems and will favor suppliers that have marketer-friendly software with a quick implementation time.

O artigo completo é interessante e podem vê-lo aqui.

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