
Realizada pela 2ª vez em Madrid, a Total Media é, como todas as outras feiras do sector, mais interessante pelas conversas, networking e apresentações do que propriamente pela mostra de tecnologia, mais vulgarmente designada por fancaria electrónica que mais nos baralha que ajuda. Mas também pode dar ideias.
Os vídeos das apresentações, como sempre, estão prometidos para breve… mas como sempre… estão prometidos. Mas, mesmo um pouco mais tarde que o prometido, deixo as minhas impressões.
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Vai-se realizar em Lisboa, no próximo dia 14 de Novembro a Upload 2.0, um evento dedicado à web 2.0 e ao seu impacto na comunicação.
O Upload – 2.0 meeting tem como objectivos reunir interessados de diversas áreas para a discussão do actual panorama da internet e da sua utilização, tendo por base a era da Web 2.0, caracterizada pelas dinâmicas sociais.
Como jovens empreendedores da área do Marketing / RP e da Comunicação é nosso interesse reunir um conjunto de pensadores e investigadores das áreas da comunicação, de maneira a perceber as constantes mudanças que acompanham a actual web.
As inscrições estão abertas até dia 8 de Novembro.
Nós lá estaremos, pois claro.

O impacto do digital signage (ou qualquer um dos outros nomes que lhes queiram chamar) no marketing e na comunicação começa a ser cada vez maior e isso vê-se pela quantidade de feiras, congressos e eventos dedicados ao tema.
Em Madrid vai-se realizar pela segunda vez a Total Media, onde a par dos stands de tecnologia e soluções, decorrem também seminários e apresentações.
Passando os olhos pelo programa, entende-se facilmente, como já o disse por aqui, que estamos a trabalhar numa área cada vez mais multidisciplinar e abrangente.
Nós vamos estar por lá e tentaremos ir “twitando” impressões e comentários.
Até breve.
Pela segunda vez vim até Copenhaga para participar na Reboot, edição 11. E sem querer criar demasiadas expectativas, parece-me que temos uma boa edição. A usual festa de pre-reboot serve acima de tudo para se fazerem os primeiros contactos e as primeiras conversas e aferir isso mesmo.
O programa, sempre provisório até ao fim do evento, pode ser seguido aqui para o primeiro dia, ou seja, hoje, e aqui para amanhã.
Algumas reacções mais rápidas podem ser seguidas pelo twitter da Active ou em geral procurando pela expressão reboot11.
Até logo
Acabei de ver na apresentação da Pacifica o trabalho para o filme Suicidio Encomendado e tenho a certeza absoluta de que não devo ser a única pessoa do mundo que já tinha tido esta ideia e eventualmente escrito uma breve sinopse para um dia fazer um filme.
Mas ficou na gaveta e lá tem estado. Não aproveitei a oportunidade, não corri o risco de falhar. Mas alguém o fez. E com sucesso.
Mais uma vez… vamos correr riscos e “fail gracefully”?
No mesmo painel da manhã, outros estudios portugueses mostraram trabalhos e os Musa trouxeram só os trabalhos rejeitados acompanhados das perguntas: too trendy? too fashion? Too avant-garde? Go figure.
Os riscos correm-se a dois. Pelo estudio ou agencia e pelo cliente. Mas alguém tem que tomar a iniciativa. Como em tudo na vida.
A menina dança?
Quando as apresentações de projectos se começam a tornar banais e não há nada que não envolva um chão interactivo ou algo do género, fica na memória a apresentação de Neville Brody e o seu eterno apelo à inovação, ao correr riscos, ao rasgar de posições assumidas para o descobrir de novos caminhos.
Nunca como hoje este apelo faz sentido. Vivemos numa redoma de posições confortáveis, de propostas adequadas a um sentimento de que assim serão aprovadas, sem rasgos, sem criatividade, mortas à nascença por prazos apertados, de tudo pedido para ontem. E nunca nos perguntamos até onde isso vai ser a morte do próprio projecto. E se muitas vezes temos essa noção, é cada vez mais complicado passar essa importância para o lado do cliente.
Se olharmos para trás, para a história em geral, que é que ficou? O que é que marcou? O que podemos aprender com os nossos erros? E se não erramos é porque não arriscamos certo? Vamos correr riscos então?
Voltarei aqui mais tarde.
Entretanto cliquem por aqui e deliciem-se com este universo surrealista.
Tal como vem sendo hábito (será apenas o segundo ano mas já se pode assumir o hábito) nos próximos dias 7, 8 e 9 de Maio estaremos na Offf 2009 e por isso encerraremos portas físicas. A porta do email essa está sempre aberta e ao vosso dispor.
Se passarem por lá e quiserem combinar um café ou uma troca de impressões, disponham.
Pela primeira vez, talvez por causa do dito hábito, vou sem expectativas, e só esta semana dei conta de que já era esta semana. A correria dos últimos tempos com a entrega de novos trabalhos e a conquista de novos projectos tem-nos (felizmente) tirado o fôlego, que espero recuperar com esta injecção anual de criatividade e devaneios próprios da Offf.
Por aqui, no twitter e no flickr daremos novidades e provas de vida.

A recente edição da Screen Expo em Londres foi uma agradável surpresa, muito mais pela qualidade das conferências do que pela apresentação de tecnologia.
O primeiro dia passei-o na conferência organizada pela MediaWeek, onde se apresentaram e discutiram os casos de sucesso em Londres, as questões cada vez mais prementes da ligação com os telemóveis, da necessidade da medição da eficácia em oposição à medição do numero de “espectadores potenciais”, da criatividade e do longo processo de educação dos clientes em relação ao negócio do digital signage ou DOOH (digital out of home) ou…
Ponto a ponto, foi fazendo uma check-list mental onde marcava Certo em vários pontos que temos defendido nas abordagens a estes canais.
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Acabam de aterrar na minha secretária. Mais um ano e lá estaremos em bloco. Encontramo-nos por lá?

Os vídeos desenvolvidos para promover a Screen Expo 2008 em Londres são um assumido picanço aos anúncios da Apple, até a música é a mesma, só que em vez de um Mac e de um PC temos um meio de comunicação digital e um meio tradicional. Adoro especialmente o “I’m a poster”.
Em cada um deles encontramos os argumentos de um e de outro, com claras vantagens para os meios digitais, claro, quando posto em comparação com posters, tv, folhetos, etc.
Um bom resumo aos argumentos base. A ver.