
Na Active Media acreditamos que a melhor forma de uma empresa entrar na Web social é acompanhar os media sociais, é ouvir tudo o que é dito sobre a sua organização, sobre as suas marcas, sobre os seus produtos ou serviços. (more…)

Na Active Media acreditamos que a melhor forma de uma empresa entrar na Web social é acompanhar os media sociais, é ouvir tudo o que é dito sobre a sua organização, sobre as suas marcas, sobre os seus produtos ou serviços. (more…)
Este fim-de-semana aconteceu a primeira edição da Upload 2.0. E que esta referência à primeira edição sirva desde já de parabéns à organização, ao espírito e à vontade de termos por cá eventos com esta abordagem.
Um ponto de coragem/loucura foi terem posto um ecrã no palco, com a projecção dos tweets que se faziam com a tag do evento. E se digo coragem/loucura foi porque ali nasceu um monstro muito interessante e que vou usar como paradigma das redes sociais e daquilo que deve ser o trabalho sobre elas:
Os social media tendem a desempenhar cada vez mais um papel chave nas estratégias de comunicação das organizações. Porém, para muitos esta tendência continua a ser algo muito abstracto, tendo em conta a multiplicadade de serviços e ferramentas sociais existentes na web.
Deixemos então o abstracto e peguemos num caso concreto, como por exemplo uma instituição sem fins lucrativos, com uma campanha de comunicação com os seguintes objectivos:
. Reforçar a notoriedade da instituição;
. Divulgar o trabalho da instituição;
. Angariar fundos;
Para além das iniciativas offline esta campanha teria de contemplar uma estratégia web, que incluisse a criação de um micro-site, um blog, uma página no facebook e uma conta no twitter.
De acordo com o tema principal da campanha, poderia ser criado um micro-site dedicado exclusivamente à campanha, com um endereço simples e fácil de memorizar. Este espaço para além de apresentar toda a informação sobre a campanha, deveria dar bastante destaque às formas de contribuir com a instituição e fazer a ponte de ligação para os outras plataformas, site institucional, facebook, twitter e blog.
Em complemento ao micro-site o blog deveria ser um espaço dedicado a mostrar o trabalho desenvovido pela organização, pela voz das pessoas que colaboram com a organização e também pelo relato das pessoas que são beneficiadas com a ajuda prestada por esta.
Com mais de 900 mil utilizadores de facebook no nosso país, esta campanha também teria de ter uma página nesta rede social, da qual as pessoas se pudessem tornar fãs e partilhar a mensagem, junto da sua rede de contactos, reforçando a notoriedade da instituição. Por outro lado, este espaço poderia servir também para esclarecer dúvidas de pessoas menos informadas e/ou prestar informações úteis e ainda promover as iniciativas offline da campanha.
Em paralelo à página do Facebook e de acordo com o tema da campanha e a área de actuação da instituição, poderia ser desenvolvida uma aplicação no facebook, que as pessoas considerassem útil e pudessem utilizar facilmente. Idealmente esta aplicação também estaria disponível no micro-site e poderia ser utilizada como widget, em qualquer blog ou site;
Por último, mas não menos importante, a campanha poderia utilizar o Twitter para promover as suas iniciativas offline e para dar feedback às pessoas sobre a evolução da campanha.
A utilização destas redes sociais e outras numa campanha de comunicação é claramente uma importante ajuda para a concretização dos objectivos da mesma. Porém é importante repetir que uma das principais características e mais valias dos social media é a capacidade de interacção entre as pessoas e as organizações. Não é sufuciente criar uma presença no facebook, no twitter ou em qualquer outra rede social. É necessário acompanhar as conversas, ouvir o que as pessoas têm a dizer, e interagir com elas, dando-lhes feedback, mantendo a conversa viva.

You wouldn’t walk up to a group of strangers in a bar and start shouting opinions, but you would listen to their conversation and look for ways in which you could positively contribute.” – Buzz Numbers blog
Esta é claramente uma das melhores metáforas que alguma vez terei lido sobre a importância das marcas e das empresas acompanharem/ouvirem o que se passa nos social media.
Os mercados são cada vez mais conversas, conversas entre pessoas normais como eu e tu, em diversos suportes, Twitter, Facebook, blogs, etc, pelo que as empresas não podem continuar a produzir produtos/oferecer serviços sem ouvirem e prestarem atenção ao que é dito nestas conversas. As empresas têm de aproveitar todos estes contributos, sobretudo porque todas estas pessoas estão disponíveis para contribuir, de forma gratuita, para a melhoria dos produtos e serviços que utilizam.
Não basta ter um perfil ou uma página no Facebook, as empresas têm de acompanhar as conversas que vão existindo sobre os seus produtos e serviços, nas redes sociais, participando nas mesmas sempre que se justificar, dando uma voz humana às suas marcas.
Para quem ainda não percebeu bem o que é isso do Twitter, deixo esta breve apresentação. Se aderirem, não deixem de dizer olá.
O estudo Netpanel da Marktest contabilizou 2 550 mil internautas, que, durante o ano de 2008, navegaram em comunidades virtuais, representando 84,4%.
Como já era de esperar o Hi5, é o líder com 87% do tempo, seguido pelo Netlog e o My Space. Até aqui nada de novo.
A única surpresa, pelo menos para mim, é o facto do Flickr, apenas contabilizar 0,5% do tempo, o mesmo que o Fotolog.
Descobri hoje que o Instituto Camões está no Twitter e naturalmente já está adicionado à minha lista. De alguma forma não me admiro de os ver aqui. Não tendo uma actividade muito visivel para o cidadão português “normal”, as actividades do Instituto Camões junto das comunicades e na divulgação e promoção da língua portuguesa no estrangeiro têm passado muito pelo online e as recentes alterações ao site e ao Centro Virtual são a prova disso.
Será interessante ver que outros organismos estatais vão criar a sua conta no Twitter, ou quando teremos o verdadeiro José Sócrates (existe um fake) ou o Governo no Twitter.
Não muito longe daqui, em Inglaterra, o famoso número 10 de Downing Street já aderiu, para além de ter criado um site/blog que vale a pena visitar.
As ferramentas da web social estão aí, e já provaram em muitas situações a sua validade na comunicação com os nossos públicos-alvo, sejamos nós privados ou públicos, e bons exemplos não faltam a sobreporem-se aos “papões” que se levantam sempre que se fala neste assunto.
p.s. – um pequeno “disclaimer”, o Instituto Camões é nosso cliente.
E está tudo dito!