ACTIVE.BLOG, blog da Active Media

A screen is a screen is a screen

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Debate, Tendências, User Experience   Data: por Jorge Oliveira a 05/02/2010

Não me perguntem que voltas dá o nosso cérebro durante o sono ou nas fases REM para que me tenha lembrado deste editorial que aqui re-publiquei quase há quatro anos atrás mas que continua tão vivo como nessa altura.

Talvez tenha sido a visão de uma criança de 2 anos que tanto se lhe dá ver o Ruca na tv ou no iPhone do pai.

To a digital native, content is content and a screen is a screen.

Mas se pensarmos bem, um ecrã é muito mais do que isso. É um layer de descodificação de uma realidade. Nele e só nele é possível juntar as várias peças que fazem a informação e o entretenimento. Fora dele, essa realidade não existe. Ou existe? Mesmo sendo efémera?

Where do bits go when they die?”

Antes do ecrã as imagens eram celulóide e mesmo sem projector podiam ser vistas nos negativos. Hoje não. E naturalmente esperamos que daqui a 50 anos um jpg continue a ser um jpg, caso contrário perdemos as nossas fotografias.

Por todo o lado temos ecrãs e a cada um damos uma utilidade diferente, em cada um temos uma experiência de utilização diferente. Por isso embirro que se chame TV aos projectos de digital signage. Também não chamo computador ao meu telemóvel apesar de nele fazer muitas das coisas que faço no pc.

What should the content look like? What should advertising look like? What should the experience metamorphose into? If we accept that the new conventions of playback include the suspension of caring about screen resolution for the sake of the audience’s own enjoyment, how must our creative attitudes change?

Pensemos no iPad, que para mim representa muito mais um conceito de utilização e uma nova abordagem que o gadget em si mesmo. Pensemos na experiência que será transportar connosco e em grande formato toda este layer de descodificação da nova realidade onde nos embrulhamos.

E isto é apenas o princípio.

“Do Screens Dream of Electric Sheep?”

Papel, mobile e belas ideias

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Businness, Design, Marketing, Publicidade, Tendências, User Experience   Data: por Jorge Oliveira a 29/09/2009

sms_0

Nos últimos meses tenho lido muitos artigos nos blogs dedicados à comunicação e marketing e afins que não se cansam de referir e mostrar aplicações complexas de Realidade Aumentada suportadas em telemóveis de terceira geração e etc etc etc.

São aplicações válidas, muito curiosas e que nos deixam cheios de vontade de lhes começar a tocar e a aplicar a muitos projectos.

Depois damos de caras com a ideia mais simples do mundo onde papel e telemóvel têm uma integração perfeita.

Basta enviar o sms depois das 9 da noite e recebe a imagem que completa o anúncio. Simples não? Estupidamente simples.

Não quero dizer com isto que as outras aplicações não sejam válidas. Quero apenas dizer que na maior parte das vezes preocupamo-nos com a tecnologia que está por detrás da comunicação e esquecemo-nos do resto, do que é realmente válido para atingir o consumidor.

Bem vejo a cara de desalento da nossa equipa criativa e de desenvolvimento quando o cliente não repara naquela funcionalidade extra que eles levaram horas a finalizar e que representa uma evolução enorme em relação ao último trabalho e etc etc etc (mais uma vez).

O cliente não reparou nela porque estava bem feita e assim sendo acrescentou valor à sua experiência de utilização, sem se tornar o ponto de atenção, sem chamar a si o foco.

O foco é a mensagem e o conteúdo. E tantas vezes que nos esquecemos disso.

(via Gizmodo)

Vídeos de e-learning na b-on: como os tornámos acessíveis

2 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Code, User Experience, Web, acessibilidade   Data: por Hugo Fernandes a 22/07/2009

b-on

Não é comum no Active.Blog escrevermos sobre o nosso trabalho. Para isso tem servido o nosso  site. Porquê a excepção agora? Porque achámos que devíamos partilhar as questões de acessibilidade com que nos deparámos no desenvolvimentos destes conteúdos para a b-on.  Para além da construção de um video player personalizado, da integração de vídeo e flash e etc, a acessibilidade foi um ponto crítico neste projecto.
(more…)

The new hidden persuaders

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Canais Multimédia, Marketing, Tendências, User Experience, digital signage   Data: por Jorge Oliveira a 01/07/2009

WUK07Hidden

Este artigo da Wired UK veio a propósito e já não era de hoje que este tema andava por aqui a cirandar.

O artigo aborda uma série de tecnologias, umas mais emergentes que outras, que podem influenciar o nosso comportamento de compra e não só, e é uma leitura que recomendo vivamente.

Dito isto e trabalhando nós em digital signage, é cada vez mais óbvio que estamos a participar numa área claramente multi-disciplinar que não pode ser vista como um elemento isolado que se instala dentro de um espaço comercial ou de serviço público sem que seja pensado em sintonia e convergência com todas as outras áreas.

E estas áreas vão desde a arquitectura e design do espaço, à comunicação e imagem da marca, à experiência de utilização que queremos proporcionar aos clientes/utentes desse espaço, à inovação tecnológica que traz novas soluções de comunicação e interacção, da utilidade que essa inovação tem realmente para o cliente, aos estudos de comportamento do cliente perante a proposta, … e etc etc.

Um bom exemplo disto é a Future Store Initiative, onde várias empresas tecnológicas colaboram na construção da loja do futuro atendendo à forma como a experiência do utilizador pode originar mais vendas. Podem ver a apresentação deles na ScreenExpo 2009.

Se me pedirem para nomear a área de conhecimento que deve orientar esta abordagem, não vejo outra que não a experiência do utilizador, ou no jargão anglo-saxónico, a user experience.

Pensem bem naquilo que vos agrada ou desagrada numa loja, num espaço público, e reparem nos pequenos detalhes que “estragam” tudo apenas porque não são pensados ou tidos como importantes. Pensem num restaurante e no tempo que demoram os cafés e a conta a chegar à mesa e no que isso vos faz sentir.

Estamos no domínio do user experience e é por aí que devemos orientar a abordagem no desenvolvimento dos projectos de digital signage.

Magic Maps

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Tendências, User Experience   Data: por Jorge Oliveira a 22/01/2009

Da Perceptive Pixel, a empresa que criou a magic wall vista na CNN durante as eleições americanas, chega-nos este vídeo onde se apresenta o Magic Maps.

Estamos sem dúvida a caminho do multi-touch e aparentemente nada nos pode parar… só mesmo uma dor nos braços pela posição de navegação.

Mas as potencialidades da tecnologia são muitas e cada vez mais interessantes do ponto de vista da interacção e da experiência do utilizador.

Via Three Minds

Monoface

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:User Experience, Web   Data: por Jorge Oliveira a 10/12/2008

Vale a pena ir brincando com o postal de Boas Festas da Mono e tentar prever qual das caras ficaria beneficiada com partes da outra.

Imaginem um site destes dado a cada casal que acaba de ter a primeira cria: ai tem os olhos da avó Celarina, e o queixo do tio Ricardino, e as covinhas do pai… um monstro digo eu. :-)

Depois passem pela galeria ondem podem ver as mais de 700.000 hipóteses construidas.

Via Three Minds

Falar com a web ou carregar o telemóvel ao sol?

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Canais Multimédia, Tendências, User Experience, Web   Data: por Jorge Oliveira a 28/11/2008

Segundo a IBM, nos próximos 5 anos teremos 5 inovações que transformarão as nossas vidas:

. energia solar “embebida” em janelas, asfalto e telemóveis;

. vamos falar com a web e ela vai-nos responder;

. as lojas terão assistentes digitais nas cabines de prova;

. uma bola de cristal para sabermos da nossa saúde e

. memória sempre presente.

A primeira parece-me um passo natural e bastante exequível. Já pensei várias vezes em comprar uns pequenos kits de energia solar que se vendem nas lojas de brinquedos e tentar com isso carregar o meu telemóvel. Também não percebo porque é que os candeeiros de rua não são alimentados a energia solar, para prover pelo menos parte das suas necessidades.

Falar com a web pode ser um desafio interessante. Acredito que por esta ou por outra via a nossa navegação se vai tornar diferente da que conhecemos hoje. O rato e o teclado estão-se a tornar peças do século passado. Não sentiram já a tentação de apontar o dedo ao ecrã e seleccionar coisas? Eu já.

Os assistentes digitais nas cabines de prova serão bons meios de comunicação e de venda e também me parecem fáceis de desenvolver e implementar. Serão, e já existem testes deste conceito, um evoluir natural dos canais multimédia enquanto auxiliares do negócio, da comunicação da marca e de se tornarem efectivamente úteis ao cliente.

Via Simone Brunozzi

O glamour perdido das viagens

2 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Canais Multimédia, Debate, User Experience   Data: por Jorge Oliveira a 19/11/2008

Tenho a certeza que concordam comigo quando digo que as viagens de avião se tornaram um martírio e um desconforto, tendo-se perdido todo o glamour da experiência. Deixando de lado os procedimentos de segurança, tudo o resto é uma demora – as filas, as correrias e a frieza dos espaços, o corre corre e o empurra. Não estamos no aeroporto… mas numa estação de camionagem dos anos 70.

Nestas alturas lembro-me com frequência da apresentação do Andy Budd sobre a experiência do utilizador e de como em muitos espaços essa preocupação é completamente deixada de lado. Tenho uma lista de novos cafés onde a qualidade do atendimento é inversamente proporcional ao cuidado posto no design e decoração do espaço.

Falo disto tudo a propósito dum artigo da FastCompany sobre o novo terminal 5 do JFK e dos cuidados que foram postos nesta experiência de utilização, desde o chek-in até à recolha de bagagem.

“People go to baggage claim expecting a dark, dingy basement, and instead find themselves in a gorgeous space. It’s so unexpected to be standing in this warm glow of color – it makes people happy.” Fiona Morrison

Podem ver algumas fotos nesta galeria.

Com esta conversa toda quero chegar à importância que deve existir na concepção dos espaços “públicos” e na experiência de utlização que vamos ou que queremos proporcionar e, ponto que nos toca especialmente, na boa integração dos canais multimédia nessa experiência, para além de outras formas de tecnologia.

Acreditamos que o canal é um elemento que faz parte de toda essa envolvência e não pode ser visto como apenas um ecrã pendurado num ponto de passagem ou de maior visibilidade, porque se assim for será sempre um elemento estranho. Desde a sua concepção até à estratégia de conteúdos, às funcionalidades e “mimos” que queremos dar ao cliente, tudo deve ser pensado e sempre com a ideia de que estamos a promover uma experiência que só se torna válida se respeitar quem a vê.

Seja num aeroporto, numa loja ou numa repartição pública.

Sites para pessoas especiais

1 Comentário - COMENTAR »   Categorias:User Experience, Web   Data: por Jorge Oliveira a 28/10/2008

Recebi hoje o link para este site dedicado ao atendimento a pessoas com necessidades especiais e fiz-me várias perguntas:

1º – Porque é que um site com tanta importância tem o URL por IP e não pelo domínio da Segurança Social? E não seria possivel um url mais amigável? Por exemplo: pessoasespeciais.pt? Algo fácil de recordar e de aceder.

2º – Porque é que é tão dificil descobrir este endereço no site da Segurança Social? Não deveria ser uma informação em grande destaque na entrada do site? Não é este tema importante o suficiente para ser alardeado?

Pelos vistos não.

Um cheirinho de futuro

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Canais Multimédia, Motion, Tendências, User Experience   Data: por Jorge Oliveira a 22/01/2008

Afinal o futuro está mais perto do que se imagina. Via screenmedia chega-nos a notícia da instalação de um ecrã nas lojas da Orange, em Londres, onde a navegação se faz pelo movimento do utilizador. Os resultados, quanto mais não seja pela inovação, estão a ser muito bons.

Saiba mais aqui.

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