ACTIVE.BLOG, blog da Active Media

User Experience Lisbon

1 Comentário - COMENTAR »   Categorias:UX Lx,User Experience,Web   Data: por Jorge Oliveira a 12/05/2010

Lembram-se da banda que lançou primeiro o terceiro álbum para não passar pelo stress do primeiro? Hoje foi o primeiro dia da primeira edição da Ux-Lx… e se me dissessem que era a 14º eu teria acreditado.

E antes de me lançar a falar do workshop com Eric Reiss deixem-me dar os parabéns à organização e a toda a equipa, especialmente ao Bruno Figueiredo que desde inicio tem mostrado uma capacidade organizativa e uma visão do que queria fazer acima da média. Parabéns Bruno, somos orgulhosamente sponsors.

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O que eu gostava de ter uma loja…

5 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Active Media,Marketing,Tendências,User Experience   Data: por Jorge Oliveira a 27/04/2010

Ter um escritório no quinto andar é bom. Dá para abrir as janelas, deixar entrar o ar e ver as vistas. Mas o que eu gostava mesmo era de ter o escritório numa loja. E até podia ser uma daquelas reliquias com balcão de madeira, prateleiras e se possivel manter a senhora que desde sempre atendeu todas as vidas que por lá passaram.

E quanto mais penso nisto mais sentido me faz. Por várias razões:

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Shift 2010 – DIY

4 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Debate,Meetings,SHIFT2010,Social Web,Tendências,User Experience,Web   Data: por Jorge Oliveira a 12/04/2010

Lá dizia a minha avó… dantes, no meu tempo, a Primavera era anunciada pelas andorinhas. Hoje faltam as andorinhas mas a Primavera anuncia-se com as obras dos vizinhos e com as conferências.

Do total marasmo temos hoje uma oferta ampla em temas, locais, organizações, etc. E acima de tudo, temos conferências organizadas por gente nova, que traz ideias novas, sangue fresco.

O que é bom! E que faz toda a diferença.

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Pagar impostos pode ser divertido? Ao menos que seja simples

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:User Experience,Web,acessibilidade   Data: por Jorge Oliveira a 30/03/2010

Nos últimos anos temos assistido a uma verdadeira revolução na relação entre o Estado e os cidadãos, com a desmaterialização de processos antes hiper-burocráticos em plataformas electrónicas simples.

A mais avançada destas relações estava, claro, na cobrança de impostos. É sempre pelo lado da receita que se actua primeiro. E para todos nós a facilidade de entregar a penosa declaração de IRS em formato electrónico passou a ser o paraíso.

Mas um dos grandes problemas do Estado na construção destas plataformas é que se agarram ao corpo da lei e à lógica do formulário de papel. Não é caso único. Com muita frequência os sistemas de gestão de atendimento, vulgo filas de espera, estão organizados por decreto-lei. Recentemente descobri que para pedir uma certidão nas finanças devia tirar a senha Contencioso (mas nada do que ia pedir me indiciava que já estaria à porta do tribunal).

Este discurso todo para falar de um projecto que descobri ontem, o Modelo 3, e que mais não faz do que pegar no processo de entrega da declaração de IRS e simplificá-la de tal forma na óptica do utilizador, que quando voltei a olhar para o mesmo modelo no portal das finanças senti calafrios.

Modelo 3

Aquilo que o Modelo 3 faz é dar ao contribuinte uma ferramenta tão simples, básica, objectiva e intuitiva que quase tenho vontade de me oferecer para fazer as declarações de impostos aos amigos.

Mas tem outra vantagem ainda, sempre que inserimos os montantes dos benefícios fiscais, ficamos logo a saber se atingimos o máximo ou se ficámos aquém. Ou seja, durante o próximo ano posso simular com mais antecedência a minha declaração e decidir por reforços nos PPR’s, por exemplo. Não é difícil pensar em potenciais patrocinadores do projecto.

A forma como os descobri no twitter prova mais uma vez que uma escuta activa por parte das marcas dá bons resultados.

Meus caros, isto é verdadeiro serviço público. Feito por iniciativa privada.

A verdadeira revolução do e-gov será quando as coisas começarem a ser feitas não só para facilitar a vida ao cidadão mas também para lhe dar uma boa experiência de utilização, que o aproxime da ideia da coisa comum, e que de facto sejam muito mais simples de usar. Divertidas até, porque não? Pagar impostos é sempre penoso mas que ao menos o processo seja agradável.

Resumindo, temos aqui um belo exemplo do que é trabalhar a pensar no utilizador final e se eu fosse Director Geral dos Impostos já estava a nacionalizar este projecto em nome do interesse nacional. Ou pelo menos a contratar os seus mentores. ;)

A screen is a screen is a screen

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Debate,Tendências,User Experience   Data: por Jorge Oliveira a 05/02/2010

Não me perguntem que voltas dá o nosso cérebro durante o sono ou nas fases REM para que me tenha lembrado deste editorial que aqui re-publiquei quase há quatro anos atrás mas que continua tão vivo como nessa altura.

Talvez tenha sido a visão de uma criança de 2 anos que tanto se lhe dá ver o Ruca na tv ou no iPhone do pai.

To a digital native, content is content and a screen is a screen.

Mas se pensarmos bem, um ecrã é muito mais do que isso. É um layer de descodificação de uma realidade. Nele e só nele é possível juntar as várias peças que fazem a informação e o entretenimento. Fora dele, essa realidade não existe. Ou existe? Mesmo sendo efémera?

Where do bits go when they die?”

Antes do ecrã as imagens eram celulóide e mesmo sem projector podiam ser vistas nos negativos. Hoje não. E naturalmente esperamos que daqui a 50 anos um jpg continue a ser um jpg, caso contrário perdemos as nossas fotografias.

Por todo o lado temos ecrãs e a cada um damos uma utilidade diferente, em cada um temos uma experiência de utilização diferente. Por isso embirro que se chame TV aos projectos de digital signage. Também não chamo computador ao meu telemóvel apesar de nele fazer muitas das coisas que faço no pc.

What should the content look like? What should advertising look like? What should the experience metamorphose into? If we accept that the new conventions of playback include the suspension of caring about screen resolution for the sake of the audience’s own enjoyment, how must our creative attitudes change?

Pensemos no iPad, que para mim representa muito mais um conceito de utilização e uma nova abordagem que o gadget em si mesmo. Pensemos na experiência que será transportar connosco e em grande formato toda este layer de descodificação da nova realidade onde nos embrulhamos.

E isto é apenas o princípio.

“Do Screens Dream of Electric Sheep?”

Papel, mobile e belas ideias

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Businness,Design,Marketing,Publicidade,Tendências,User Experience   Data: por Jorge Oliveira a 29/09/2009

sms_0

Nos últimos meses tenho lido muitos artigos nos blogs dedicados à comunicação e marketing e afins que não se cansam de referir e mostrar aplicações complexas de Realidade Aumentada suportadas em telemóveis de terceira geração e etc etc etc.

São aplicações válidas, muito curiosas e que nos deixam cheios de vontade de lhes começar a tocar e a aplicar a muitos projectos.

Depois damos de caras com a ideia mais simples do mundo onde papel e telemóvel têm uma integração perfeita.

Basta enviar o sms depois das 9 da noite e recebe a imagem que completa o anúncio. Simples não? Estupidamente simples.

Não quero dizer com isto que as outras aplicações não sejam válidas. Quero apenas dizer que na maior parte das vezes preocupamo-nos com a tecnologia que está por detrás da comunicação e esquecemo-nos do resto, do que é realmente válido para atingir o consumidor.

Bem vejo a cara de desalento da nossa equipa criativa e de desenvolvimento quando o cliente não repara naquela funcionalidade extra que eles levaram horas a finalizar e que representa uma evolução enorme em relação ao último trabalho e etc etc etc (mais uma vez).

O cliente não reparou nela porque estava bem feita e assim sendo acrescentou valor à sua experiência de utilização, sem se tornar o ponto de atenção, sem chamar a si o foco.

O foco é a mensagem e o conteúdo. E tantas vezes que nos esquecemos disso.

(via Gizmodo)

Vídeos de e-learning na b-on: como os tornámos acessíveis

2 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Code,User Experience,Web,acessibilidade   Data: por Hugo Fernandes a 22/07/2009

b-on

Não é comum no Active.Blog escrevermos sobre o nosso trabalho. Para isso tem servido o nosso  site. Porquê a excepção agora? Porque achámos que devíamos partilhar as questões de acessibilidade com que nos deparámos no desenvolvimentos destes conteúdos para a b-on.  Para além da construção de um video player personalizado, da integração de vídeo e flash e etc, a acessibilidade foi um ponto crítico neste projecto.
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The new hidden persuaders

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Canais Multimédia,Marketing,Tendências,User Experience,digital signage   Data: por Jorge Oliveira a 01/07/2009

WUK07Hidden

Este artigo da Wired UK veio a propósito e já não era de hoje que este tema andava por aqui a cirandar.

O artigo aborda uma série de tecnologias, umas mais emergentes que outras, que podem influenciar o nosso comportamento de compra e não só, e é uma leitura que recomendo vivamente.

Dito isto e trabalhando nós em digital signage, é cada vez mais óbvio que estamos a participar numa área claramente multi-disciplinar que não pode ser vista como um elemento isolado que se instala dentro de um espaço comercial ou de serviço público sem que seja pensado em sintonia e convergência com todas as outras áreas.

E estas áreas vão desde a arquitectura e design do espaço, à comunicação e imagem da marca, à experiência de utilização que queremos proporcionar aos clientes/utentes desse espaço, à inovação tecnológica que traz novas soluções de comunicação e interacção, da utilidade que essa inovação tem realmente para o cliente, aos estudos de comportamento do cliente perante a proposta, … e etc etc.

Um bom exemplo disto é a Future Store Initiative, onde várias empresas tecnológicas colaboram na construção da loja do futuro atendendo à forma como a experiência do utilizador pode originar mais vendas. Podem ver a apresentação deles na ScreenExpo 2009.

Se me pedirem para nomear a área de conhecimento que deve orientar esta abordagem, não vejo outra que não a experiência do utilizador, ou no jargão anglo-saxónico, a user experience.

Pensem bem naquilo que vos agrada ou desagrada numa loja, num espaço público, e reparem nos pequenos detalhes que “estragam” tudo apenas porque não são pensados ou tidos como importantes. Pensem num restaurante e no tempo que demoram os cafés e a conta a chegar à mesa e no que isso vos faz sentir.

Estamos no domínio do user experience e é por aí que devemos orientar a abordagem no desenvolvimento dos projectos de digital signage.

Magic Maps

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Tendências,User Experience   Data: por Jorge Oliveira a 22/01/2009

Da Perceptive Pixel, a empresa que criou a magic wall vista na CNN durante as eleições americanas, chega-nos este vídeo onde se apresenta o Magic Maps.

Estamos sem dúvida a caminho do multi-touch e aparentemente nada nos pode parar… só mesmo uma dor nos braços pela posição de navegação.

Mas as potencialidades da tecnologia são muitas e cada vez mais interessantes do ponto de vista da interacção e da experiência do utilizador.

Via Three Minds

Monoface

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:User Experience,Web   Data: por Jorge Oliveira a 10/12/2008

Vale a pena ir brincando com o postal de Boas Festas da Mono e tentar prever qual das caras ficaria beneficiada com partes da outra.

Imaginem um site destes dado a cada casal que acaba de ter a primeira cria: ai tem os olhos da avó Celarina, e o queixo do tio Ricardino, e as covinhas do pai… um monstro digo eu. :-)

Depois passem pela galeria ondem podem ver as mais de 700.000 hipóteses construidas.

Via Three Minds

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