ACTIVE.BLOG, blog da Active Media

User Experience Lisbon

1 Comentário - COMENTAR »   Categorias:UX Lx,User Experience,Web   Data: por Jorge Oliveira a 12/05/2010

Lembram-se da banda que lançou primeiro o terceiro álbum para não passar pelo stress do primeiro? Hoje foi o primeiro dia da primeira edição da Ux-Lx… e se me dissessem que era a 14º eu teria acreditado.

E antes de me lançar a falar do workshop com Eric Reiss deixem-me dar os parabéns à organização e a toda a equipa, especialmente ao Bruno Figueiredo que desde inicio tem mostrado uma capacidade organizativa e uma visão do que queria fazer acima da média. Parabéns Bruno, somos orgulhosamente sponsors.

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HTML5 vs Flash – 7 mitos e realidades

1 Comentário - COMENTAR »   Categorias:Active Media,Active Sessions,Debate,Web   Data: por Hugo Fernandes a 12/04/2010

Na sequência da nossa primeira Active Sessions, disponibilizo a minha apresentação.
O tema foi a discussão de 7 mitos e realidades entre o HTML5 e o Flash com o intuito de desmitificar alguns conceitos pré-concebidos e irreais que têm circulado na web.

Espero com isto contribuir para a melhor percepção de que as duas “tecnologias” são compatíveis e sempre viveram em conjunto.
Uma não “mata” a outra. Seja ela qual for.

Shift 2010 – DIY

4 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Debate,Meetings,SHIFT2010,Social Web,Tendências,User Experience,Web   Data: por Jorge Oliveira a 12/04/2010

Lá dizia a minha avó… dantes, no meu tempo, a Primavera era anunciada pelas andorinhas. Hoje faltam as andorinhas mas a Primavera anuncia-se com as obras dos vizinhos e com as conferências.

Do total marasmo temos hoje uma oferta ampla em temas, locais, organizações, etc. E acima de tudo, temos conferências organizadas por gente nova, que traz ideias novas, sangue fresco.

O que é bom! E que faz toda a diferença.

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HTML 5?

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Active Media,Active Sessions,Code,Web   Data: por Tiago Oliveira a 30/03/2010

Sendo o HTML uma linguagem presente na grande maioria dos projectos da Active Media, achei interessante clarificar aos menos conhecedores o que é esta linguagem e apresentar aos mais experientes as novidades do HTML 5.

Iniciando de uma forma ligeira, como a manhã de Domingo assim exigia, foi feita uma abordagem à utilidade e aplicações desta linguagem de markup, apresentadas algumas características, curiosidades e analisada a estrutura genérica presente nos projectos.

Como introdução ao HTML 5 foram apontadas as limitações da versão anterior, que foi desenvolvida antes de surgirem grandes sites/serviços como o Youtube ou o Google Docs.

Finalmente, numa fase mais dedicada aos programadores, foram apresentadas as principais novidades do HTML 5 onde se percebe facilmente que vários processos foram simplificados, existe mais potencial, e a inclusão de vídeos dispensa agora a utilização de um plugin externo.

Pagar impostos pode ser divertido? Ao menos que seja simples

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:User Experience,Web,acessibilidade   Data: por Jorge Oliveira a 30/03/2010

Nos últimos anos temos assistido a uma verdadeira revolução na relação entre o Estado e os cidadãos, com a desmaterialização de processos antes hiper-burocráticos em plataformas electrónicas simples.

A mais avançada destas relações estava, claro, na cobrança de impostos. É sempre pelo lado da receita que se actua primeiro. E para todos nós a facilidade de entregar a penosa declaração de IRS em formato electrónico passou a ser o paraíso.

Mas um dos grandes problemas do Estado na construção destas plataformas é que se agarram ao corpo da lei e à lógica do formulário de papel. Não é caso único. Com muita frequência os sistemas de gestão de atendimento, vulgo filas de espera, estão organizados por decreto-lei. Recentemente descobri que para pedir uma certidão nas finanças devia tirar a senha Contencioso (mas nada do que ia pedir me indiciava que já estaria à porta do tribunal).

Este discurso todo para falar de um projecto que descobri ontem, o Modelo 3, e que mais não faz do que pegar no processo de entrega da declaração de IRS e simplificá-la de tal forma na óptica do utilizador, que quando voltei a olhar para o mesmo modelo no portal das finanças senti calafrios.

Modelo 3

Aquilo que o Modelo 3 faz é dar ao contribuinte uma ferramenta tão simples, básica, objectiva e intuitiva que quase tenho vontade de me oferecer para fazer as declarações de impostos aos amigos.

Mas tem outra vantagem ainda, sempre que inserimos os montantes dos benefícios fiscais, ficamos logo a saber se atingimos o máximo ou se ficámos aquém. Ou seja, durante o próximo ano posso simular com mais antecedência a minha declaração e decidir por reforços nos PPR’s, por exemplo. Não é difícil pensar em potenciais patrocinadores do projecto.

A forma como os descobri no twitter prova mais uma vez que uma escuta activa por parte das marcas dá bons resultados.

Meus caros, isto é verdadeiro serviço público. Feito por iniciativa privada.

A verdadeira revolução do e-gov será quando as coisas começarem a ser feitas não só para facilitar a vida ao cidadão mas também para lhe dar uma boa experiência de utilização, que o aproxime da ideia da coisa comum, e que de facto sejam muito mais simples de usar. Divertidas até, porque não? Pagar impostos é sempre penoso mas que ao menos o processo seja agradável.

Resumindo, temos aqui um belo exemplo do que é trabalhar a pensar no utilizador final e se eu fosse Director Geral dos Impostos já estava a nacionalizar este projecto em nome do interesse nacional. Ou pelo menos a contratar os seus mentores. ;)

Links são partilha de conhecimento

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Debate,Web   Data: por Jorge Oliveira a 25/11/2009

Foi várias vezes twittado durante o Congresso da APDC que “somos aquilo que partilhamos”, na sequência da apresentação de Charles Leadbeater, autor do livro We Think.

E não é a primeira vez que os links são apontados como uma nova forma de partilha de conhecimento, levando a que alguns pensadores os definam como uma nova forma de cultura.

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O paradigma do Twitter Wall na Upload 2.0 Lisboa

3 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Debate,Marketing,Social Web,Tendências,Web   Data: por Jorge Oliveira a 16/11/2009

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Este fim-de-semana aconteceu a primeira edição da Upload 2.0. E que esta referência à primeira edição sirva desde já de parabéns à organização, ao espírito e à vontade de termos por cá eventos com esta abordagem.

Um ponto de coragem/loucura foi terem posto um ecrã no palco, com a projecção dos tweets que se faziam com a tag do evento. E se digo coragem/loucura foi porque ali nasceu um monstro muito interessante e que vou usar como paradigma das redes sociais e daquilo que deve ser o trabalho sobre elas:

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Social media: do abstracto ao concreto

3 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Social Web,Web   Data: por Hugo Neves da Silva a 13/11/2009

Os social media tendem a desempenhar cada vez mais um papel chave nas estratégias de comunicação das organizações. Porém, para muitos esta tendência continua a ser algo muito abstracto, tendo em conta a multiplicadade de serviços e ferramentas sociais existentes na web.

Deixemos então o abstracto e peguemos num caso concreto, como por exemplo uma instituição sem fins lucrativos, com uma campanha de comunicação com os seguintes objectivos:

. Reforçar a notoriedade da instituição;
. Divulgar o trabalho da instituição;
. Angariar fundos;

Para além das iniciativas offline esta campanha teria de contemplar uma estratégia web, que incluisse a criação de um micro-site, um blog, uma página no facebook e uma conta no twitter.

Micro-site

De acordo com o tema principal da campanha, poderia ser criado um micro-site dedicado exclusivamente à campanha, com um endereço simples e fácil de memorizar. Este espaço para além de apresentar toda a informação sobre a campanha, deveria dar bastante destaque às formas de contribuir com a instituição e fazer a ponte de ligação para os outras plataformas, site institucional, facebook, twitter e blog.

Blog

Em complemento ao micro-site o blog deveria ser um espaço dedicado a mostrar o trabalho desenvovido pela organização, pela voz das pessoas que colaboram com a organização e também pelo relato das pessoas que são beneficiadas com a ajuda prestada por esta.

Facebook

facebook-redcrossCom mais de 900 mil utilizadores de facebook no nosso país, esta campanha também teria de ter uma página nesta rede social, da qual as pessoas se pudessem tornar fãs e partilhar a mensagem, junto da sua rede de contactos, reforçando a notoriedade da instituição. Por outro lado, este espaço poderia servir também para esclarecer dúvidas de pessoas menos informadas e/ou prestar informações úteis e ainda promover as iniciativas offline da campanha.

Em paralelo à página do Facebook e de acordo com o tema da campanha e a área de actuação da instituição, poderia ser desenvolvida uma aplicação no facebook, que as pessoas considerassem útil e pudessem utilizar facilmente. Idealmente esta aplicação também estaria disponível no micro-site e poderia ser utilizada como widget, em qualquer blog ou site;

Twitter

Por último, mas não menos importante, a campanha poderia utilizar o Twitter para promover as suas iniciativas offline e para dar feedback às pessoas sobre a evolução da campanha.

Em conclusão

A utilização destas redes sociais e outras numa campanha de comunicação é claramente uma importante ajuda para a concretização dos objectivos da mesma. Porém é importante repetir que uma das principais características e mais valias dos social media é a capacidade de interacção entre as pessoas e as organizações. Não é sufuciente criar uma presença no facebook, no twitter ou em qualquer outra rede social. É necessário acompanhar as conversas, ouvir o que as pessoas têm a dizer, e interagir com elas, dando-lhes feedback, mantendo a conversa viva.

Ouvir é importante. Ouviu?

1 Comentário - COMENTAR »   Categorias:Social Web,Web   Data: por Hugo Neves da Silva a 12/11/2009

listening-websocial

You wouldn’t walk up to a group of strangers in a bar and start shouting opinions, but you would listen to their conversation and look for ways in which you could positively contribute.” – Buzz Numbers blog

Esta é claramente uma das melhores metáforas que alguma vez terei lido sobre a importância das marcas e das empresas acompanharem/ouvirem o que se passa nos social media.

Os mercados são cada vez mais conversas, conversas entre pessoas normais como eu e tu, em diversos suportes, Twitter, Facebook, blogs, etc, pelo que as empresas não podem continuar a produzir produtos/oferecer serviços sem ouvirem e prestarem atenção ao que é dito nestas conversas. As empresas têm de aproveitar todos estes contributos, sobretudo porque todas estas pessoas estão disponíveis para contribuir, de forma gratuita, para a melhoria dos produtos e serviços que utilizam.

Não basta ter um perfil ou uma página no Facebook, as empresas têm de acompanhar as conversas que vão existindo sobre os seus produtos e serviços, nas redes sociais, participando nas mesmas sempre que se justificar, dando uma voz humana às suas marcas.

Vídeos de e-learning na b-on: como os tornámos acessíveis

2 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Code,User Experience,Web,acessibilidade   Data: por Hugo Fernandes a 22/07/2009

b-on

Não é comum no Active.Blog escrevermos sobre o nosso trabalho. Para isso tem servido o nosso  site. Porquê a excepção agora? Porque achámos que devíamos partilhar as questões de acessibilidade com que nos deparámos no desenvolvimentos destes conteúdos para a b-on.  Para além da construção de um video player personalizado, da integração de vídeo e flash e etc, a acessibilidade foi um ponto crítico neste projecto.
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