ACTIVE.BLOG, blog da Active Media

O que eu gostava de ter uma loja…

5 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Active Media,Marketing,Tendências,User Experience   Data: por Jorge Oliveira a 27/04/2010

Ter um escritório no quinto andar é bom. Dá para abrir as janelas, deixar entrar o ar e ver as vistas. Mas o que eu gostava mesmo era de ter o escritório numa loja. E até podia ser uma daquelas reliquias com balcão de madeira, prateleiras e se possivel manter a senhora que desde sempre atendeu todas as vidas que por lá passaram.

E quanto mais penso nisto mais sentido me faz. Por várias razões:

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Screen Media Expo 2010

1 Comentário - COMENTAR »   Categorias:Meetings,Screenmedia Expo 2010   Data: por Jorge Oliveira a 26/04/2010

Durante a próxima semana realiza-se a ScreenMedia Expo em Londres, onde esperamos ver coisas novas e poder conversar com os players locais, porque nestas coisas, nada como uma boa conversa de partilha de experiências em mercados apesar de tudo tão diferentes.

Tal como costuma acontecer, prometemos ir dando conta do que se for passando.

A Shift na Aldeia Global

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:SHIFT2010   Data: por Jorge Oliveira a 16/04/2010

Há muitos anos atrás apresentaram-me um livro de nome Caos, onde li a famosa metáfora sobre uma borboleta em Tóquio  e uma tempestade em NY. Ou se quisermos adaptar ao dia de hoje, a tempestade que um vulcão na distante Islândia pode provocar na Shift em Lisboa, com a impossibilidade de muitos oradores e participantes não poderem estar presentes.

Aproveitemos o que fica.

Das apresentações de hoje recomendo que leiam a de André Vascelarri sobre Digital Branding. Há ali muito sumo e muito que ler, reter ou aprender. Posto de forma muito simples, tendo a resumir tudo a uma frase:

“Branding isn’t playing a role – Just be yourself”

Ainda assisti à apresentação de Joshua Sierles que falou da sua experiência de Trabalho em viagem e das razões que o levaram a isso. As viagens ensinam-nos a quebrar barreiras, preconceitos, a viver com outras culturas e em outras culturas e o que isso pode fazer pelo nosso pensamento e pela abertura das nossas ideias é impagável.

E se pensarmos bem, hoje teremos até mais facilidades de viajar “eternamente” sem perder o contacto com uma actividade profissional do que tínhamos há vinte anos atrás. É como ser uma espécie de Willy Fog no século XXI.

O fim do dia foi animado com a apresentação do André Ribeirinho que como não podia deixar de ser, levou e abriu uma garrafa de vinho no inicio da apresentação e partilhou com os presentes.

E assim se passou o primeiro dia. Amanhã há mais, ainda mal sabemos com quem, mas com alguém será.

E assim aprendemos que a Islândia é mais perto do que se pensa, que os comboios afinal são coisas boas e que viajar de ante-véspera não é assim tão má ideia.

Attention Overload?

1 Comentário - COMENTAR »   Categorias:Canais Multimédia,digital signage   Data: por Jorge Oliveira a 15/04/2010

KAPITAAL from STUDIO SMACK on Vimeo.

Este vídeo totalmente a preto-e-branco quer mostrar ou provar que a quantidade de informação e publicidade a que temos que dar atenção nos torna imunes a mais informação. E não deixa de ser um exercício engraçado.

No fim do vídeo apetece-me perguntar que marcas se lembram?

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HTML5 vs Flash – 7 mitos e realidades

1 Comentário - COMENTAR »   Categorias:Active Media,Active Sessions,Debate,Web   Data: por Hugo Fernandes a 12/04/2010

Na sequência da nossa primeira Active Sessions, disponibilizo a minha apresentação.
O tema foi a discussão de 7 mitos e realidades entre o HTML5 e o Flash com o intuito de desmitificar alguns conceitos pré-concebidos e irreais que têm circulado na web.

Espero com isto contribuir para a melhor percepção de que as duas “tecnologias” são compatíveis e sempre viveram em conjunto.
Uma não “mata” a outra. Seja ela qual for.

Shift 2010 – DIY

4 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Debate,Meetings,SHIFT2010,Social Web,Tendências,User Experience,Web   Data: por Jorge Oliveira a 12/04/2010

Lá dizia a minha avó… dantes, no meu tempo, a Primavera era anunciada pelas andorinhas. Hoje faltam as andorinhas mas a Primavera anuncia-se com as obras dos vizinhos e com as conferências.

Do total marasmo temos hoje uma oferta ampla em temas, locais, organizações, etc. E acima de tudo, temos conferências organizadas por gente nova, que traz ideias novas, sangue fresco.

O que é bom! E que faz toda a diferença.

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A Antropometria na nossa vida

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:digital signage   Data: por Jorge Oliveira a 09/04/2010

"Dimensionamento humano para espaços interiores" Julius Panero, Martin Zelnik

O que é que a Antropometria tem a ver com a nossa vida profissional? Tudo, especialmente quando estamos envolvidos em projectos de digital signage onde a posição dos ecrãs é um factor crítico de sucesso do projecto.

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HTML 5?

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Active Media,Active Sessions,Code,Web   Data: por Tiago Oliveira a 30/03/2010

Sendo o HTML uma linguagem presente na grande maioria dos projectos da Active Media, achei interessante clarificar aos menos conhecedores o que é esta linguagem e apresentar aos mais experientes as novidades do HTML 5.

Iniciando de uma forma ligeira, como a manhã de Domingo assim exigia, foi feita uma abordagem à utilidade e aplicações desta linguagem de markup, apresentadas algumas características, curiosidades e analisada a estrutura genérica presente nos projectos.

Como introdução ao HTML 5 foram apontadas as limitações da versão anterior, que foi desenvolvida antes de surgirem grandes sites/serviços como o Youtube ou o Google Docs.

Finalmente, numa fase mais dedicada aos programadores, foram apresentadas as principais novidades do HTML 5 onde se percebe facilmente que vários processos foram simplificados, existe mais potencial, e a inclusão de vídeos dispensa agora a utilização de um plugin externo.

Pagar impostos pode ser divertido? Ao menos que seja simples

0 Comentários - COMENTAR »   Categorias:User Experience,Web,acessibilidade   Data: por Jorge Oliveira a 30/03/2010

Nos últimos anos temos assistido a uma verdadeira revolução na relação entre o Estado e os cidadãos, com a desmaterialização de processos antes hiper-burocráticos em plataformas electrónicas simples.

A mais avançada destas relações estava, claro, na cobrança de impostos. É sempre pelo lado da receita que se actua primeiro. E para todos nós a facilidade de entregar a penosa declaração de IRS em formato electrónico passou a ser o paraíso.

Mas um dos grandes problemas do Estado na construção destas plataformas é que se agarram ao corpo da lei e à lógica do formulário de papel. Não é caso único. Com muita frequência os sistemas de gestão de atendimento, vulgo filas de espera, estão organizados por decreto-lei. Recentemente descobri que para pedir uma certidão nas finanças devia tirar a senha Contencioso (mas nada do que ia pedir me indiciava que já estaria à porta do tribunal).

Este discurso todo para falar de um projecto que descobri ontem, o Modelo 3, e que mais não faz do que pegar no processo de entrega da declaração de IRS e simplificá-la de tal forma na óptica do utilizador, que quando voltei a olhar para o mesmo modelo no portal das finanças senti calafrios.

Modelo 3

Aquilo que o Modelo 3 faz é dar ao contribuinte uma ferramenta tão simples, básica, objectiva e intuitiva que quase tenho vontade de me oferecer para fazer as declarações de impostos aos amigos.

Mas tem outra vantagem ainda, sempre que inserimos os montantes dos benefícios fiscais, ficamos logo a saber se atingimos o máximo ou se ficámos aquém. Ou seja, durante o próximo ano posso simular com mais antecedência a minha declaração e decidir por reforços nos PPR’s, por exemplo. Não é difícil pensar em potenciais patrocinadores do projecto.

A forma como os descobri no twitter prova mais uma vez que uma escuta activa por parte das marcas dá bons resultados.

Meus caros, isto é verdadeiro serviço público. Feito por iniciativa privada.

A verdadeira revolução do e-gov será quando as coisas começarem a ser feitas não só para facilitar a vida ao cidadão mas também para lhe dar uma boa experiência de utilização, que o aproxime da ideia da coisa comum, e que de facto sejam muito mais simples de usar. Divertidas até, porque não? Pagar impostos é sempre penoso mas que ao menos o processo seja agradável.

Resumindo, temos aqui um belo exemplo do que é trabalhar a pensar no utilizador final e se eu fosse Director Geral dos Impostos já estava a nacionalizar este projecto em nome do interesse nacional. Ou pelo menos a contratar os seus mentores. ;)

A crise da Nestlé na Web Social, em números

2 Comentários - COMENTAR »   Categorias:Social Web   Data: por Hugo Neves da Silva a 24/03/2010

Numa rápida análise a alguns números relativos às conversas, dos últimos 10 dias, sobre a Nestlé, na Web Social, é claramente visível o impacto que a campanha lançada pela Greenpeace teve na imagem desta multinacional.


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